As Tartarugas Ninjas | Jonathan Liebesman

Quem não gostava dos grandes clássicos dos anos 90 como As Tartarugas Ninjas, Power Ranger, entre os tantos outros que marcaram a infância e adolescência de muitos?
Vinte anos depois é claro que muita coisa mudaria, não só nas telonas, mas também na vida de cada pessoa. E para pegar um público tanto adulto quanto infantil, a Paramount em parceria com a Nickelodeon resolveu lançar um novo filme das tão conhecidas Tartarugas.

Confesso que quando o primeiro trailer foi lançado, eu ainda tinha um pé atrás, pois estava acostumado com aquelas tartarugas ninjas da minha infância e não queria que elas morressem com uma nova adaptação do filme que fosse ser visto nos cinemas acabasse sendo ruim. E tenho certeza que sairia da sala decepcionado, mas não deixaria de ver mesmo assim.

A história trás como consequência os testes do pai de April O’Neil  (Megan Fox) para o futuro, transformando as  adoráveis tartaruguinhas e um rato de laboratório para sua forma mutagênica. Quando April era pequena, adorava ficar no laboratório de seus pais e durante um incêndio, a garota conseguiu salvar os bichinhos do laboratório antes que fossem mortos. Agora a garota é uma jornalista que procura subir na empresa onde trabalha, mas para isso deve convencer a todos de que existe um vigilante combatendo os bandidos do Clã do Pé.
Como quem procura o que quer, acaba encontrando o que não quer, April descobre a existência de quatro tartarugas mutantes ninjas. Leonardo, Rafael, Donatello e Michelangelo. Para encontrar as tartarugas novamente e mostrar para a imprensa que elas são reais, April acaba pedindo a ajuda ao antigo colega de laboratório de seu pai, Eric Sacks (Willian Fichtner). Infelizmente ela não sabia quais as verdadeiras intenções do antigo amigo de seu falecido pai.

A “nova” forma das tartarugas trouxe um ar mais adulto e sombrio da forma mutante das tartarugas, além é claro do Mestre Splinter, que chega a dar medo em algumas pessoas. Sem dúvida foi feito para atrair todo o tipo de público, além é claro da personalidade de cada uma delas. Leonardo, líder e esperto, Rafael, o zangado, Donatello, mais nerd e inteligente impossível e além do Michelangelo, sempre de bom humor e engraçado.
Aproveitando a deixa de suas personalidades, a produção soube aproveitar cada uma das tartarugas sem grandes exageros – talvez só um pouquinho. O ponto é que, praticamente todos os setores do humor e das risadas ficaram por conta de Micke (Michelangelo), e realmente renderam boas risadas durante o filme.
Quanto aos inimigos, a história contou com o clássico Destruidor, que estava realmente muito impossível de ser detido. A brutalidade do inimigo chegou a tal ponto que se ele não tivesse que “facilitar” as tartarugas jamais conseguiriam encostar um dedo sequer nele.

Gráficos especiais dignos de uma adaptação para essa geração, infelizmente a história se passou muito rápida – mesmo tendo que ser assim para não custar longas horas de filme -, e o filme deixou um pouco a desejar no quesito “qualidade e história”. Resolveram investir muito nas explosões e lutas – não que isso seja totalmente ruim -, mas deixou pecar um pouco na história de forma geral.

Sou fã das Tartarugas Ninjas e achei a adaptação digna para trazer todos aqueles sentimentos que tínhamos quando éramos pequenos de volta sem nenhum ressentimento. Vale a pena assistir! 

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6 comentários:

  1. Ok, eu também estava com um pé atrás sobre esse filme... Mas agora já to na porta do cinema esperando pra assistir. Acho que vai valer a pena.

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  2. Eu não gostava muito do desenho das Tartarugas, então acredito que não vou gostar do filme, tbm.

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  3. Sempre amei as tartarugas ninjas, quando vi o trailer fiquei MUITO empolgada.
    Espero gostar tanto quanto você ;)

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  4. Vi essa semana, e gostei muito.


    Beijos
    Ane
    www.aaconchego.blogspot.com

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  5. na minha infância gostava muito das tartarugas ninjas, mas não sei o que acontece mas não tive vontade ainda de assistir ao filme

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