Dera Zachary: A Letter to a Son About His Father | Kurt Kuenne


Dear Zachary foi certamente um dos mais emocionantes documentários que já vi. Com um enredo digno de livro do John Green e blockbuster hollywoodiano, o longa é uma feito como se fosse uma carta ao pequeno Zachary, sobre se falecido pai, Andrew Bagby, que foi assassinado antes de seu filho nascer. Além disso, um dos principais acusados de ter matado Andrew é a sua ciumenta ex-namorada e mãe de Zachary que detém a guarda dele.

O diretor, criador e narrador do documentário, Kurt Kuenne, é um amigo de infância de Andrew que decidiu que Zachary deveria saber quem foi seu pai. Entretanto, nem Kurt poderia adivinhar que rumo seu documentário iria tomar.

Com romance, mistério, suspense e drama, o documentário mostra que não é só no Brasil que a justiça é lenta e por vezes injusta. A luta que os avós de Zackary travam para ter a guarda do menino é instigante e emocionante.

A história em si não precisa de muitas técnicas para despertar comoção nos espectadores, mas, mesmo assim, Kuenne consegue fazer dessa história algo mais emocionante ainda. Com diversos flashbacks que se misturam com os mistérios a serem resolvidos e o drama é impossível não se envolver com o drama das personagens.

Não sei onde conseguir esse documentário aqui no Brasil, mas para os que se interessaram e sabem falar inglês, ele está disponível no Netflix americano.


Beatriz Marques

19 anos, estuda jornalismo. Gosta de muitas coisas e de tudo ao mesmo tempo. Leitora assídua, fangirl 24/7, cosplayer por diversão, orgulhosamente é da Grifinória, filha de Hades e whovian. Algumas das suas paixões são: sua guitarra (apelidada de Emily), cantar, séries, livros, animes, mangás, filmes, HQ's, música, shows e história.

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5 comentários:

  1. Como eu não manjo do inglês vou tentar achar legendado pra downlod. Bem interessante. Curti.

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  2. Ahh eu não sei falar inglês, eu queria muito ver esse documentário.

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  3. Não sou muito fã de documentário. Mas alguns valem a pena assistir pelas histórias de força e superação, que para mim é sempre emocionante ;)

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  4. Então né, não sou muito fã de documentários mas esse parece ser bom sim.

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