Prodigy | Marie Lu

Dei uma chance. Como vocês sabem não fiquei muito feliz ao terminar de ler o primeiro livro da trilogia Legend. Mas, me senti obrigado a dar uma chance aos três livros da série da Marie Lu.
Após Day, o criminoso mais procurado da República, ser confundido por outra pessoa no dia de sua execução (really?!), ele e June decidem fugir para Vegas com a intenção de reunir os Patriotas e matar o novo Primeiro Eleitor, Anden (um cargo semelhante ao de um presidente).
Enquanto isso, a mídia insiste que Day está morto, com a intenção de conter as manifestações e evitar conflitos com a população. No entanto, cada vez mais cidades e estados - inclusive ricos - entram em quarentena, aparentemente, devido a praga. O que dá a entender que o problema já está ficando fora do controle do governo.
Assim como a praga, os boatos de que Day ainda está vivo começam a se espalhar rapidamente e uma revolução está prestes a se iniciar.

Neste livro o ambiente em que eles vivem é melhor apresentado e expandido com a apresentação d'As Colônias das Américas, lugar até então desconhecido por Day. O contraste entre a República e a Colônia é incrivelmente assustador e foi o que me deixou mais curioso e me fez criar algumas teorias sobre este mundo dividido.
Pude notar o amadurecimento da história do primeiro ao segundo livro pois o enorme problema que atinge o país se transforma numa avalanche de acontecimentos e nos apresenta uma reviravolta triunfante na trama. Este é o ponto mais forte que me fez gostar da história de Day e de Prodigy de modo geral. 
Devido ao comeback de Day, a nossa querida June acabou se tornando uma personagem chata, abrindo então um espaço para entender os sentimentos e gostar mais da antiga amiga de Day, Tess, criando assim um conflito amoroso entre os três.

Assim como Legend, a trama demora a engrenar e isso decepciona visto que é a continuação de um livro com final impactante. Por isso, a dificuldade em caracterizar Day e June como personagens diferentes continua até o momento em que o plot twist acontece.
Apesar de tudo isso, o protagonista está incrível e, dessa vez, realmente convence de que é o mais temido dentre os vilões, deixando claro que a maior das decisões está nas mãos de uma lenda que agora se tornou um prodígio.



Cristiam Oliveira

22 anos, se formou em administração mas gosta mesmo de comunicação. Tem uma paixão enorme por cinema e adora, sobretudo, os livros. É muito organizado, calmo, chato e grudento; se apega muito fácil às pessoas que gosta e, às vezes, é extrovertido. Adora mudar e criar coisas; é muito curioso e persistente em tudo que faz. Gosta de cachorro mas prefere gatinhos (inclusive tem dois!).

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2 comentários:

  1. Oi Cristiam nossa eu era doida com essa serie nunca imaginei que seria assim, a historia nao me interessou mto nao haha,fiquei curiosa queria saber se Day esta morto ou nao.. gostei mto da resenha.. bjos

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