Reboot | Amy Tintera

O estado do Texas, EUA, foi fechado para o resto do mundo após se dizimado por um vírus - e as pessoas começaram a voltar a vida adquirindo o título de Reboot. Os Reboots não são humanos, quanto mais tempo eles permanecem mortos, menos emoções humanas têm. No início essas criaturas se rebelaram e foram morta, mas a CRAH (Corporação de Repovoamento e Avanço Humano) decidiu utilizá-las para seus próprios propósitos.
Wren 178 é a Reboot de número mais alto da colônia onde vive, ou seja, a que permaneceu mais tempo morta. Ela segue as regras vivendo no confinamento sem questionamentos, cumpre suas missões perfeitamente e treina apenas os Reboots de números mais altos. Entretanto, quando Callum 22 surge e ela decide o treinar seus pensamentos mudam completamente.
Outra coisa que me incomodou um pouco foram as cenas entre o casal principal 178 e 22 que às vezes eram um pouco forçadas. 

Junte uma distopia com zombies/ vampiros e amor e obtemos Reboot. Geralmente os livros de séries, sagas ou trilogias são os piores. O autor tem que explicar diversos fatores do mundo criado para o leitor tornando o livro um pouco maçante para quem o lê, mas isso não acontece com o primeiro livro dessa série.
Ele é tão diferente dos outros que eu achei que tudo ia ser concluído em um único livro - o que é teoricamente impossível. Depois de pesquisar na internet, descobri que a história não acaba do nada e que há sim uma continuação.
Fiquei surpresa com o modo que Tintera escolheu para começar sua série e confesso que não me agradou muito. Apesar da história ser incrível e fugir (finalmente) do triângulo amoroso clichê que vemos em TODAS as distopias famosas atuais, devido ao fato da autora limitar a quantidade de informações que o leitor terá sobre o mundo criado, tudo se torna um pouco confuso e um fato novo é descoberto a cada página o que contribui ainda mais para a confusão.

Ainda sim, a história tem muito potencial por ser algo diferente que mistura um pouco de tudo (eu adoro isso) e com uma personagem feminina forte. Espero que o suspense sobre as informações seja proposital e que nos próximos livros a autora consiga desenvolver melhor o enredo.

Beatriz Marques

19 anos, estuda jornalismo. Gosta de muitas coisas e de tudo ao mesmo tempo. Leitora assídua, fangirl 24/7, cosplayer por diversão, orgulhosamente é da Grifinória, filha de Hades e whovian. Algumas das suas paixões são: sua guitarra (apelidada de Emily), cantar, séries, livros, animes, mangás, filmes, HQ's, música, shows e história.

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10 comentários:

  1. Meu Deus, necessito desse pra ontem! Julgando pelo título, pensei que fosse algo a ver com robôs, e tecnologia hehehe. Pelo menos essa premissa promete bastante! Obrigado pela resenha, senão eu nunca teria conhecido o livro haha...

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  2. O livro parece ser ótimo por conter um enredo tão diferente do que vemos nas distopias de hoje. Além disso, eu gostei do livro por saber que ele mistura várias coisas, fazendo com que a leitura se torne dinâmica. Adorei a resenha!

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  3. fiquei muito interessado pelo livro, vou sim querer comprar mas tenho q pedir pra minha mãe, pq eu ainda n trabalho? T.T

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  4. Fique interessado nesse livro, por causa de sua trama, pena que não tenho dinheiro. T.T

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  5. esse livro me lembra um pouco um que eu li que se chama "sangue quente", parece ser diferente, mas essa ideia de zumbis, pessoas infectadas e tal... a ideia é bem parecida! mas fiquei com vontade de ler, vou colocar na lista de desejados xD

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  6. Esse livro parece ser realmente interessante, é uma pegada bem legal. mas eu não compraria, hehe

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  7. Estou muito interessada nesse livro, a história chama mt a atenção O.O
    Já está na lista :3

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  8. ''Junte uma distopia com zombies/ vampiros e amor e obtemos...'' Obtemos eu comprando, claro né?

    <3

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  9. Eu sou louca por esse livro, mas agora fiquei meio que com um pé atrás já que a história é meio maçante. Acho que ele vai ficar no fim da listinha.

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  10. Essa resenha se perdeu um pouco na introdução, eu acho... Opinião de leitora. Talvez, por isso, eu não esteja com a mínima vontade de ler.

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