Magnus Chase é o novo Percy Jackson?

Olá lindos leitores e fãs da(s) saga(s) que o titio Rick Riordan adora escrever! Pois é, o papo hoje é sobre o novo livro lançado pelo mesmo, Magnus Chase e os Deuses de Asgard: A Espada do Verão.

O que mais me deixou intrigado com esse livro, foi a própria narração do Rick, em primeira pessoa, assim como foi a primeira saga do nosso tão querido e renomado Percy Jackson. Mas sobre a narração eu falarei daqui a pouquinho porque quero que vocês saibam mais ou menos como é a história do livro.

A mãe do pobre Magnus morreu há alguns anos e desde então ele tem vivido na rua, sendo o que? Se você imaginou um mendigo, acertou.


Mas isso não é tudo. Existem muitos mistérios na vida do nosso querido Magnus. E minha maior surpresa foi ver sua prima, Annabeth Chase junto com seu pai procurando pelo menino nas ruas da cidade.

Para, para, para! A mesma Annabeth Chase que ajudou o Percy a salvar o mundo umas milhões de vezes? SIM! Essa mesma. E isso não foi muito bem recebido pela maioria dos fãs.
Vamos supor que existam todos esses deuses mitológicos: gregos, romanos, nórdicos e egípcios. Como eles (TODOS) poderiam ajudar na ordem do mundo sem que um não interfira o outro? Complicado, né?

Agora voltemos para a história...
Quando Magnus encontra sua prima, decide que não iria se mostrar para ela. Ainda assim, o curioso rapaz escuta ela conversando sobre seu outro tio, Randolph, com seu pai. E decide sorrateiramente seguir até a casa desse tio Randolph para ver como estão as coisas, talvez roubar um lanchinho, sei lá.

Chegando lá, Randolph revela a Magnus que ele é filho de um deus nórdico e que corre grande perigo. Aparentemente Magnus acha isso loucura, afinal, quem acreditaria nessa história?

Então rola uma confusão com Gigantes do Fogo envolvendo a Espada do Verão, uma espada mágica e super afiada, é muita informação para Magnus absorver, logo após acontece uma batalhazinha, a espada é perdida e Magnus é morto.
Sim, pa puff, morto.

Então a história realmente começa a tomar um rumo mais "interessante" e Magnus descobre quem é seu pai deus nórdico e qual a missão que lhe é dada.
Paro por aqui. Acho que já aticei vocês demais dizendo que ele era morto, né? Mas relaxa, isso não é um spoiler porque Magnus nos conta isso na primeira linha do livro.

É realmente um livro bom, mas me deixou tão encucado que acabei deixando ele de lado por um bom tempo, pois sentia que Magnus e Percy eram a mesma pessoa, entende?
Mas isso não é culpa dos personagens, eles têm sim muitas diferenças. Culpo o Riordan por isso. A forma como ele escreve já ficou saturada e a falta de mudança me desanimou um pouco.
É a mesma coisa sempre: um personagem com piadinhas, que passa por dificuldades e descobre que tem algum deus mitológico como parente, aí salva o mundo e fim. Não há surpresas, pelo menos não para mim.

Se você não está enjoado da escrita do Riordan, leia o livro, porque vale MUITO a pena. É legal, muito mesmo. O problema está justamente em estar "cansado" de ler as mesmas coisas.

Alison Iared

20 anos, apaixonado por teatro desde pequeno. Cursa o segundo ano de Engenharia de Produção. Gosta muito de filmes e séries sobre heróis, ficção, aventura, desenho e comédia. Eclético para livro e música. Gosta de desafios e é muito teimoso. Tem a paciência do tamanho de uma noz para coisas que não são do seu interesse. Sempre quis ser o Power Ranger vermelho.

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